notas

 

Minha gente:

Consumatum est. Como na hora de lançar notas é tudo corrido, espero não ter errado com vocês. Caso tenha feito algum lançamento de nota errada, consertamos tudo. Basta que me mandem mail avisando o que houve.

ultimo dia

Meu povo, minha pova:

 

Hoje estarei na FFP a partir das 16hs, unica e exclusivamente pra receber trabalhos. Quanto mais cedo forem entregues, melhor; vamos todos pra casa mais cedo

pequeno contratempo contra o tempo

Meu povo, minha pova:

 

Juro que este semestre não rola mais uma confusão dessas. Pedagogica e didaticamente, encerramos filme/aulas na terça que vem, e estarei lá na FFP, também pra levar textos pra quem estiver fazendo trabalho e precise. Quem quiser, mande mail pra mim, escreva pra pedromarcelocampos@gmail.com, e faça seu pedido. Já separei altuns textos e minha mochila, além de explosivos, carrega livros.

 

inté.

PRAZO DE AVALIAÇÃO

 

Meu povo, Minha Pova:

Isto é o amor de um professor: o prazo final da avaliação fica pro dia 08, sexta.  No mesmo esquema: SEM ATRASOS E IMPRESSOS, EM SALA. ESTAREI LÁ PRA RECEBER.

Oriente Médio?

 

 

Meu povo, minha pova:

 

Uma das coisas que não nos ligamos, quando vamos estudar as temáticas relativas a este nosso curso, é que muitas vezes tropeçamos em estereotipos pré-fabricados, e os engolimos – às vezes, por inocencia, costume ou comodismo.

          Um deles diz respeito à própria “questão palestina”, cuja nomeação pode induzir a erro ou engano: não existe um povo (os palestinos) ou um Estado, ou uma “nação” palestina. Foi a Antiga Arábia que tornou-se no protetorado franco-britânico da Palestina; repleto de tribos e povos árabes. Sempre que nos referimos aos “palestinos” estamos, na verdade, nos referindo aos árabes…. o que vai tornar sua relação com Israel muito mais complicada, conforme poderemos ver no texto de Robert Fisk, adicionado à pasta ontem. Ele não é bibliografia da prova, mas sim bibliografia para o resto da vida.

        Um outro ponto diz respeito à propria denominação de “Oriente Médio”, também tão capciosa e escorregadia quanto a de “Palestina”. Vejamos e pensemos no artigo de Keila Grimberg relativizando o conceito:

avaliação

 

 

Meu povo, minha pova, liquidemos de vez essas agruras que acabam com nosso sossego quanto à avaliação. Seguirão, aqui, diversas questões elencadas, que correspondem a uma prova. Delas, escolham duas. A bibliografia, a ser completada na terça feira na pasta da xerox (aquela horripilante, perto da cantina, mesmo), é a do livrão de Robert Fisk, “A Grande Guerra pela Civilização: a conquista do Oriente Médio”; T. E. Lawrence: “Os Sete Pilares da Sabedoria”; Michael H. Weninger, “Uma Europa sem Deus?” mais os textos de apoio e pequenos documentos postados aqui no blog que, espero, vocês tenham lido. Quanto às questões, partamos às ditas-cujas:

1-  Um dos pontos de mais atrito entre Ocidente e Oriente está justamente na forma como um trata o outro; sempre na perspectiva colonial/imperialista, onde a opressão e colonização do povo “civilizado” acaba sendo um “favor” àquele que a sofre. Discuta.

2- Como, para uma comunidade como a muçulmana, preservar sua identidade quando imiscuída numa sociedade liberal, como a europeia?

3- Discuta o uso do terror como estratégia de guerra.

Fim da avaliação.

Para vocês rirem um pouco do (e com) o professor:

Sempre fui orgulhoso do meu livro do Robert Fisk, aquela arma branca monstruosa que fico brandindo em sala, postando partes no blog e lendo comentários pra vocês em sala. Como sabem, custou uma baba, mas vale a pena cada linha escrita. Eis que, de repente, vagando pela net, encontrei a seguinte promoção:

http://www.fnac.com.br/a-grande-guerra-pela-civilizacao-a-conquista-do-oriente-medio-9788576652847-FNAC,,livro-432682-1.html

Negócio de ocasião. Não percam, pois é livro pra vida toda. Quando não, uma excelente arma branca também. Quanto à avaliação, aguardo suas respostas, IMPRESSAS, no meu escaninho até o dia 05/07. Pode ser feita em dupla. Lembro, também, que ficam de bom tamanho as que tiverem limite máximo de 5 laudas. Dá certinho pra se desenvolver um raciocínio de forma decente, usando regras ABNT (fonte tamanho 12, espaço 1,5)

Beduinos 2011

 

 

Meu povo, minha pova:

Pra acrescentar um visual aqui, estava eu vendo essas fotos dos beduinos da I Guerra Mundial, e me deparei com os de hoje. Esta foto é de 02/05/11, tirada em Benghazi, Libia.

bedu rebel fighters may 2 nyt

o coração do homem bomba

 

 

Meu povo, minha pova:

Pra entendermos – ou tentar faze-lo – algo que nos é culturalmente complicado, como a cabeça de alguém que se dispõe ao martírio para matar os inimigos, creio que vale a pena o depoimento com alguém que tem conhecimento de causa. É um trecho do livro de Robert Fisk, dos capítulos que estão na xerox, mas não resisti à tentação de compartilhar antes… posteriormente, o depoente terá mais motivos para orgulho: seu filho morreu imolando-se pela jihad. Motivo de orgulho também para a jovem que lhe estava prometida.

Motivos para Odiar o Ocidente

 

 

Meu povo, Minha pova:

Ocidente e Oriente sempre se estranharam mas, de uns tempos pra cá. houve um recrudescimento. Nada disso, é claro, é gratuito. São pequenas questões de soberania e de imperialismo que não ficaram, ainda de todo, resolvidas. O documento que segue anexo, datando do final da primeira guerra mostra, como já temos visto constantemente, a noção de superioridade e tutela que o Ocidente sempre verá o Ocidente. Discurso parecido, curiosamente, será usado por George Bush, em se tratando da invasão ao mesmo Iraque na proclamação referido. A analisar mais tarde:

Os caminhos da guerra ou: como travar um processo de paz

 

 

Meu povo, minha pova:

Conforme comentado em sala, ontem, eis aqui o texto onde Yasser Arafat explica a ideologia do Al-Fatah. A prestar atenção na virulência.

Entradas Mais Antigas Anteriores

Junte-se a 2 outros seguidores

outubro 2014
S T Q Q S S D
« jul    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.